Tiros da ditadura ou tiros da democracia

Tiros da ditadura ou tiros da democraciaNos roubaram mais que o orgulho Senhor Procurador!

Além desse espetáculo macabro de rapinagem que Janot se referiu, não me sai da cabeça aquele grito de socorro do jovem antes da execução em SP, seguido de tiros das mentiras oficiais de “confrontos”, tão comuns em todo o País. Reflitamos: qual a diferença entre morrer de tiros da “ditadura” ou tiros da “democracia”, e o fato ser apurado por “comissões da verdade ou da mentira”?
Vislumbro perigo de revoltas populares no Brasil. Como componentes a assolar nosso povo, ao lado do sucateamento da educação e da mais pesada carga tributária do planeta, temos a maior sangria de recursos da história recente da humanidade. Reina a insegurança pública e falta de atendimentos eficientes da prometida saúde da população, a gerar desnecessários cadáveres em cifras inaceitáveis.
Em nossa quadra histórica vivenciamos uma paz fria, ancorada apenas (e ainda) em alguns iludentes discursos acomodatícios. Não olvidar que “quando os que mandam perdem a vergonha, os que obedecem perdem o respeito” (Cardeal de Retz).
A nação, com graves problemas circundantes, ao vislumbrar na polícia, inversamente, uma inimiga pública, por certo OUVIRÁ gritos de socorro como o do jovem executado e, mais que nos EUA, se revoltará nas ruas a não restar pedra sobre pedra…
Ou a classe política implementa o Brasil que a Constituição Federal prometeu ou, para que nossos filhos e netos não precisem morrer amanhã, talvez precisemos morrer hoje… Não subestimem os brasileiros!

Elias Mattar Assad

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