Quem é o ministro da Pesca Helder Barbalho

Quem é o ministro da Pesca Helder BarbalhoMinistério da Pesca e Aquicultura – Helder Barbalho


Formado em administração, Helder Barbalho é filho do senador Jader Barbalho e da deputada federal Elcione Therezinha Zahluth. Natural de Belém, Helder tentou eleger-se governador do Pará pela primeira vez este ano, mas perdeu para Simão Jatene. Já foi vereador, deputado estadual e prefeito de Ananindeua.

Segundo o Globo, o novo titular da Pesca, Helder Barbalho, responde a processo por improbidade administrativa na Justiça Federal do Pará.

Filho do senador Jader Barbalho (PMDB-PA), o candidato derrotado ao governo do Pará em outubro é investigado por irregularidades na aplicação de recursos do Ministério da Saúde em Ananindeua entre janeiro de 2004 e junho de 2007, quando era prefeito do município.

A acusação alega que não ficou comprovado o gasto de R$ 2,7 milhões nas gestões de Helder e de seu antecessor, Clóvis Manoel de Melo Begot, que também é investigado.

Os principais escândalos envolvendo a família Barbalho:

Dilma procurou a dedo ao escolher um ministro do  Para e achou o campeão na linha de frente  de saqueadores do dinheiro público  Jáder e toda a família Barbalho que se locupletou dos cargos públicos que ocupou em benefício próprio para erguer o império financeiro e de comunicação, este último usado exclusivamente para manipular informações e enganar o povo paraense.

Vejam o video de Helder sendo expulso pela população quando candidato a governador 2014, Sob vaias o eletor de Belém mandou um recado pra família Barbalho: O filho da raposa mestre (Jader Barbalho) não vai colocar suas garras nos cofres do Estado.

Processos e condenaçâo pelo tribunal regional eleitoral  –  leia aqui

Helder Barbalho responde a três ações na justiça federal

A ação mais antiga – de número 2009.39.00.009435- tramita na 5ª Vara da Justiça Federal desde 11 de setembro de 2009 Por: O Liberal O candidato do PMDB ao governo do Pará, Helder Barbalho, 35, responde na Justiça Federal a três ações por improbidade administrativa, movidas pelo Ministério Público Federal (MPF) por supostos malfeitos em sua administração na Prefeitura de Ananindeua (2005-2012), conforme mostra certidão emitida peja Justiça Federal de Primeira Instância por Rodrigo Vrigolino Lopes, supervisor da Seção de Certidão, para o CPF 625.943.702-15 (Helder Zahluth Barbalho).

A segunda ação, de número 32.990.62.2013.4.01.3900, também foi distribuída para a 5ª Vara em 13 de dezembro de 2013.

A terceira ação civil pública, por improbidade administrativa, onde Helder Barbalho aparece como réu, é a de número 10.364.156.2014.4.01.3900, distribuída para a 1ª Vara da Justiça Federal em 23 de abril de 2014. Acuado pela denúncia feita no domingo em O LIBERAL, de que teria contratado empresas “fantasmas” para o fornecimento de medicamentos para a Secretaria de Saúde de Ananindeua, Helder Barbalho tentou se defender, mas não conseguiu explicar ao povo do Pará porque continua réu na ação civil pública 2009.39.00.009435-0, acatada pela Justiça Federal, por supostos malfeitos cometidos à época em que foi prefeito de Ananindeua.

O filho de Jader Barbalho usou as páginas do jornal, as emissoras de rádio da família e as redes sociais, publicou declarações do Tribunal de Contas da União (TCU) e do Ministério da Saúde, mas não explicou, nem justificou, os contratos firmados pela Prefeitura de Ananindeua – através da Secretaria Municipal de Saúde – com empresas “fantasmas”.

Auditoria do Ministério da Saúde nos contratos feitos com a Prefeitura de Ananindeua descobriu dezenas de irregularidades e o desvio de R$ 2.781.641,76 (quase três milhões de reais), mais do que todo o patrimônio declarado pelo mesmo Helder à Justiça eleitoral do Pará para se candidatar a cargo eletivo.

DECISÃO O trecho a seguir, transcrito ipisis literis da decisão da juíza federal Ana Carolina Campos Aguiar, substituta da 2ª Vara da Subseção Judiciária de Divinópolis, Minas Gerais, com jurisdição na 5ª Vara da Seção Judiciária do Pará, na Ação de Improbidade Administrativa movida por procurador federal da República, deixa claro o envolvimento do filho do senador Jader Barbalho e de dois secretários de saúde de Ananindeua nas supostas contratações de empresas “fantasmas”. “Na gestão de Helder Barbalho foram gastos sem comprovação R$ 1.894.857,54, sendo R$ 938,6 mil na época em que era secretário de Saúde (de Ananindeua) Paulo Edson Pereira de Souza e o restante R$ 956,1 mil na gestão de Margarida Nassar”, acusam os auditores do Ministério da Saúde, responsáveis pela devassa nos contratos com a Prefeitura de Ananindeua.

Helder Barbalho tentou se defender no seu diário de campanha, com uma grosseira manipulação, ao publicar documento do Ministério da Saúde de 28 de janeiro de 2010, quando a sentença da juíza Ana Carolina na ação civil pública é do dia 19 de junho de 2012, quase dois e meio depois. O Relatório número 8162 do Departamento de Auditoria do Sistema Único de Saúde – que no período de 22 de outubro a 1º de novembro de 2007 investigou a destinação dos recursos liberados pelo Ministério da Saúde para a prefeitura de Ananindeua, na gestão de Helder Barbalho – também comprovou a liberação R$ 94,8 milhões e dezenas de irregularidades.

Uma das maiores irregularidades descobertas pelos auditores do Denasus foi a compra de R$ 1.808.032,75 junto à empresa M dos Santos Brito Comércio Ltda – Cristalfarma., nos anos de 2005, 2006 e 2007, no primeiro mandato de Helder Barbalho à frente da Prefeitura de Ananindeua. RÉUS O texto do Relatório do Denasus, ipsis literis, como consta na Ação Civil Pública por improbidade administrativa contra Helder Barbalho, não deixa dúvida: “Na verificação in loco foi localizado um depósito sem identificação em nome da empresa”, acusam os auditores do Denasus. “Mas o fato mais grave consiste em não haver nenhum tipo de controle, como, por exemplo, a entrada e saída no registro interno da Secretaria de Saúde de Ananindeua dos referidos medicamentos”, acrescentam.

Além do ex-prefeito de Ananindeua Helder Barbalho, são réus na ação civil pública por improbidade administrativa movida pelo Ministério Público Federal e acatada pela Justiça Federal os ex-secretários municipais de saúde de Ananindeua Paulo Edson Furtado Pereira de Souza, Margarida Maria de Cunha Nassar, Hanna Sampaio Ghassan, Clovis Manoel de Melo Begot (ex-prefeito) e Joaquim Alcides Coelho Queiroz.

Fonte – Folha do progresso – link

 

 

 

 

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